Você que está aí, lendo o que escrevi. Talvez você me conheça, talvez não. Pode ser meu melhor amigo, meu inimigo, meu amante, meu ficante, mas ainda assim nada sei sobre você. Ainda assim nada sei sobre mim. Sei que você é um ser humano, que provavelmente faz parte do meu círculo de amizades, que deve fazer parte da minha lista de amigos do Facebook. Se for uma menina, deve ser uma das minhas amigas: Catarina, Bárbara... ou alguma da minha escola. Se for um homem, talvez um amigo meu, talvez meu ex namorado, talvez meu futuro namorado, talvez um amigo que não vejo há muito tempo. Talvez.
Viu como nada é certo nessa vida!? E se, na minha mente, eu o conheço, mas na verdade sei que você é um estranho!? Muitas pessoas tem vida dupla, são algo de dia e mudam pela noite; são algo por fora e diferentes por dentro; diz que ama, mas odeia; deseja mas reprime, fica em silêncio mas gostaria de gritar o mais alto para que o mundo pudesse ouvir sua imensa dor. Afinal, o que sabemos de nós mesmos?
Quando você quebra o braço diz que é uma dor insuportável, e reclama. Quando você quebra a perna e fica dois meses sem andar, diz que é uma dor insuportável, reclama e chora por não poder andar. Se,depois de quebrar a perna, você quebrar o braço novamente, dirá "ainda bem que quebrei o braço, e não a perna".
Quão estranhos somos nós, não é? Não pensamos no que poderia ter acontecido de pior, mas reclamamos pelo que não aconteceu de bom. Não somos tão gratos por ter o que comer, onde morar, e o que vestir. Somos mais ingratos e um tanto quanto revoltados por não ter o celular do ano, não ter aquele carro fantástico, nem ser um milionário... A maioria das pessoas culpa a Deus por isso, e as que não o culpam sabem que se não tem tal "sucesso" não é culpa de Deus, ou seja lá de quem for, e sim incompetência própria ou agravantes de fatores pessoais. Falemos agora do Brasil, uma nação que tem todo aparato para ser um país de primeiro mundo, mas que seus habitantes tem a maldita mania já vulgarizada como "jeito do brasileiro", ou seja, o comodismo com o que têm, seja pouco ou pouquíssimo, e a mania de culpar o governo pelos problemas. Dentre esses casos podemos falar que muitos culpam a Deus por não ter o que tanto deseja. Mas logo digo, independentemente de acreditar em Deus ou não, cada um tem que batalhar pelo que quer. Eu sei que saí bem do contexto que estávamos no parágrafo anterior, mas voltando ao assunto, depois da explicativa, logo vão entender. Dentre esses problemas internos, temos como exemplo as pessoas que culpam as outras pelo que elas não têm, como pais que obrigam os filhos a realizarem coisas que em seus passados não foram puderam ser feitas e causaram algum tipo de frustração, e que, quando o filho o faz, leva embora esse sentimento se frustração e traz realização a partir dos filhos. Realização pessoal a partir do outro indivíduo.
Quão estranhos somos nós, não é? Não pensamos no que poderia ter acontecido de pior, mas reclamamos pelo que não aconteceu de bom. Não somos tão gratos por ter o que comer, onde morar, e o que vestir. Somos mais ingratos e um tanto quanto revoltados por não ter o celular do ano, não ter aquele carro fantástico, nem ser um milionário... A maioria das pessoas culpa a Deus por isso, e as que não o culpam sabem que se não tem tal "sucesso" não é culpa de Deus, ou seja lá de quem for, e sim incompetência própria ou agravantes de fatores pessoais. Falemos agora do Brasil, uma nação que tem todo aparato para ser um país de primeiro mundo, mas que seus habitantes tem a maldita mania já vulgarizada como "jeito do brasileiro", ou seja, o comodismo com o que têm, seja pouco ou pouquíssimo, e a mania de culpar o governo pelos problemas. Dentre esses casos podemos falar que muitos culpam a Deus por não ter o que tanto deseja. Mas logo digo, independentemente de acreditar em Deus ou não, cada um tem que batalhar pelo que quer. Eu sei que saí bem do contexto que estávamos no parágrafo anterior, mas voltando ao assunto, depois da explicativa, logo vão entender. Dentre esses problemas internos, temos como exemplo as pessoas que culpam as outras pelo que elas não têm, como pais que obrigam os filhos a realizarem coisas que em seus passados não foram puderam ser feitas e causaram algum tipo de frustração, e que, quando o filho o faz, leva embora esse sentimento se frustração e traz realização a partir dos filhos. Realização pessoal a partir do outro indivíduo.
Esse é um dos problemas do "não conhecer a si mesmo". Um desejo escondido, pode ser trazido à tona quando vemos que um alguém tem capacidade de realizá-lo e logo nos projetamos nesse indivíduo trazendo à si todos os méritos e realizações alheias. Esses são exemplos fúteis do quanto não nos conhecemos...
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